Em 1960, os comunistas entraram em guerra contra o governo ditadorial do Vietnã do Sul, formando a guerrilha conhecida como "VIETCONGUE". Os EUA, que apoiavam o regime sul vietnamita, começaram a enviar armas e dinheiro para os militares sul vietnamitas combaterem a guerrilha. Em 1963, esse apoio aumentou consideravelmente, com envio de instrutores militares e pessoal de apoio.
Em 1964, os americanos atacaram navios de guerra norte vietnamitas, alegando estar respondendo a um ataque que esses teriam lançado. Com isso, os EUA entra na guerra não somente para combater os vietcongues, mas também o Vietnã do Norte. Milhares de soldados americanos foram enviados, assim como foram lançados inúmeros bombardeios contra o Vietna do Norte. Mesmo assim os comunistas não se renderam, e em janeiro de 1968, lançaram uma ofensiva que atingiu as bases americanas e as cidades sul vietnamitas. A insatisfação popular nos EUA contra a guerra, devido as baixas sofridas, levaram a eclosão de inúmeras manifestações pacifistas nos EUA.
Em janeiro de 1973, foi firmado o cessar-fogo. Os americanos pararam de bombardear o Vietnã do Norte, o Laos, e o Camboja, e retiraram seus soldados do Vietnã do Sul. Os norte vietnamitas também cessaram suas hostilidades, mas prosseguiu a guerra civil entre as forças do governo sul vietnamita e a guerrilha vietcongue. Dois anos depois, o Vietnã do Norte rompeu o cessar fogo em apoio aos vietcongues, que haviam lançado uma feroz ofensiva e avançavam rumo a capital, Saigon. Em 30 de abril de 1975, os comunistas tomaram Saigon e a guerra chegou ao fim.
O Vietnã foi reunificado, tornando-se um único país com regime socialista pró-soviético: a República Socialista do Vietnã.
Saigon foi rebatizada como Ho Chi Minh, o herói nacional falecido em 1969. Cerca de 59 mil soldados americanos morreram na guerra, assim como mais de um milhão de vietnamitas. No vizinho Laos, a guerrilha comunista tomou o poder e proclamou a República Popular do Laos.
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